A idéia desse blog é poder escrever sobre música, cinema, futebol, shows, baladas, jogar conversa fora com os amigos, deixar o espaço livre para debater qualquer tipo de assunto, sem encanação ou censura.
Poxa, fiquei feliz em ver os comentários sobre o post da crítica do show do Paul McCartney escrito e publico na Folha de São Paulo pelo jornalista Thales de Menezes.
Aqui embaixo copio os comentários.
Anônimo disse...
Talvez eu nem devesse perder tempo comentando sobre uma matéria de jornal. Pelo menos não uma matéria escrita por esse tipo de “jornalista”. Mas, por ser uma matéria publicada num jornal teoricamente respeitável como A Folha de São Paulo, acho que meu texto se justifica, pelo menos para questionar o que um jornalista com esse grau de informação faz empregado numa empresa desse porte. Seria por parentesco ou indicação de alguém importante? Ou simplesmente para divertir o leitor e causar polêmicas?
Falo especificamente da matéria publicada ontem (quarta-feira, 24 de Novembro de 2010) sobre o segundo dia de show do Paul McCartney no Brasil. E, antes que me perguntem: não, não sou um beatlemaniaco inconformado. Hehe... Sou apenas um leitor que pensa e, por isso, se entristece de saber o nível que anda os repórteres brasileiros.
Mas quem é esse Thales de Menezes? Talvez eu já tenha lido, ocasionalmente, alguma matéria de sua autoria. A certeza é que, a partir de hoje ficarei mais atento para observar quem é o autor do texto ANTES de perder meu tempo.
Mas por que tanta “revolta”? Simplesmente pela ignorância e audácia de quem, com a mais absoluta certeza, não conhece nada do assunto que escreve. Comentários infelizes nessa matéria existem muitos, mas apenas alguns já são suficientes para mostrar o nível que estamos.
Primeiro: informação errada. O dito repórter disse que os 2 shows da Paul em São Paulo (domingo e segunda) foram idênticos com exceção da primeira música. Não foram. Pelo menos 3 músicas foram diferentes (“And I Love Her” e “I´ve Just Seen A Face” no domingo e “Two Of Us” e “I´m Looking Through You” na segunda). Falta de conhecimento por ignorância ou deslize por falta de esperteza? Foi, sim, falta de respeito com o leitor que, no mínimo, espera informações verdadeiras de um jornal como A Folha De São Paulo.
Mas o pior foram os comentários. Chamar “The Long And Winding Road” e “Blackbird” de brega? É até engraçado! Será que esse repórter tem alguma noção do real significado da palavra “brega”? O objetivo foi criar polêmica ou foi ignorância pura mais uma vez?
O dito cujo Thales ainda foi mais longe, dizendo que a banda do Paul McCartney é fraca e que ele já estaria acostumado a trabalhar com músicos ruins, como era o caso de Linda McCartney. Hora, não precisa ter um alto grau de informação pra deduzir que a sua esposa Linda fazia parte da sua banda muito mais como um apoio moral do que pelos seus dotes musicais. Agora, e os outros músicos que ele já trabalhou? Qual será o critério que ele usou pra avaliar a qualidade desses instrumentistas? Hehe... tenho até medo de imaginar quais seriam os músicos que esse rapaz considera “competentes”...mas, pelo comentário, não é difícil imaginar qual seria “a lista”...
Vamos pensar um pouco sobre esse músico Paul McCartney... um cara que já está com idade avançada e possui alguma experiência no meio artístico, né? Ele já deve ter tido oportunidade de conhecer e trabalhar com pelo menos “alguns” músicos e profissionais competentes, não? Hehe.... Dizem que ele já fez parte, durante mais de 10 anos, de uma banda que teve certo sucesso mundial e produziu algumas obras importantes, não foi isso? Hehe... É compositor de um repertório relativamente respeitado, não? Aliás, a música mais regravada no mundo (inclusive por alguns artistas de “relativa” importância como Elvis Presley e Frank Sinatra) também é dele!
Mas esse tal Paul McCartney não deve saber escolher músicos mesmo... que incompetência! Mas ainda bem que existe o dito cujo Thales de Menezes! Que tal o Paul McCartney pedir uma assessoria especial para esse nosso “entendido” repórter para escolher a banda do seu próximo disco e próxima turnê! Talvez, aí sim, ele consiga produzir música de qualidade e obtenha algum sucesso, porque, até agora coitado! Ninguém conhece esse artista direito... Que ótima idéia a minha! Hehe...
Parabéns, Thales de Menezes... pela coragem de escrever tanta bobagem num jornal como A Folha De São Paulo!
Fabio Henrique
Jundiaí/SP
fhca@terra.com.br
Thales de Menezes? Quem é esse?
Sabe tocar o acorde La maior? Faça-me o favor! A Banda não ajuda? Você poderia nos ajudar deixando de escrever idiotices como essa!
Pleo amor de Deus!!!!! E um cara desses escreve para a Folha de São Paulo??
Será que a direção da Folha imagina que seu público é imbecil o suficiente pra engolir um cara desses????
Vamos trocar de Jornal urgente!!!!!!!!!!!
Fui aos 2 shows do Paul McCartney em São Paulo, ainda não fiz post algum, mas estava lendo a versão on line da Folha e li a crítica do Thales de Menezes. Cara, sei lá ...tem muito nego ranzinza, que reclama, reclama, reclama e daí coloca a cotação: BOM. Que cacete !!!!
Forte emoção supera deslizes do repertório de Paul McCartney Ameaçado pela chuva, segundo show do ex-Beatle em São Paulo empolga mais 64 mil pessoas no Morumbi
THALES DE MENEZES
EDITOR-INTERINO DA SÃO PAULO
A lua cheia que iluminou a primeira apresentação de Paul McCartney em São Paulo ficou escondida na noite seguinte. Mas pelo menos a chuva que atrapalhou a ida ao estádio do Morumbi anteontem deu trégua ao público pouco tempo depois da entrada do astro no palco, garantindo duas horas e meia de festa quase seca.
Além da mudança climática e da troca da música de abertura (a boa "Venus and Mars" no domingo, a ótima "Magical Mystery Tour" na segunda-feira), os dois shows foram idênticos.
Muita emoção nos gigantescos karaokês em que se transformaram as canções dos Beatles, e muito carinho da plateia quando Paul tocou as músicas mais fracas.
Por repertório mais fraco entenda-se sua produção solo depois de 1977 e os deslizes bregas dos Beatles, como "Long and Winding Road" e "Blackbird". Essas escolhas fazem a primeira parte do show empolgar menos.
Nesse início, o público pode se preocupar apenas em olhar para o palco e ter certeza que um dos homens que ajudaram a moldar suas vidas está realmente ali.
Nem compensa mais comentar a atitude de devoção completa do público, a beleza de ver famílias inteiras (pais, filhos e netos) compartilhando o show ou a simpatia do cantor (embora até o fã xiita concorde que ele repete demais textinhos como "tudo ótimo, paulistas?"). Não é show, é celebração.
Tanto o astro como seus fãs estão reféns de quatro décadas ouvindo hinos sagrados do pop. Paul, aos 68 anos, não pode se atrever a fazer shows sem os hits, e o público comparece porque sabe que não terá surpresas.
O cantor abusa da máxima "em time que está ganhando não se mexe". As músicas recebem versões lindas, mas conservadoras. Além do respeito absoluto aos arranjos originais dos discos dos Beatles (é isso que o povo quer, certo?), nem os bons momentos da fase Wings, como "Jet" e "Live and Let Die", mostram qualquer arrojo.
A banda não ajuda. Guitarristas duros de munheca quase estragam frases melódicas perfeitas. O baterista é figuraça, mas só isso. Vale lembrar que Paul está acostumado a trabalhar com músicos nada brilhantes. Afinal, Linda tocava no Wings.
Nas homenagens ao colegas mortos, o resultado é um empate. "Something", com fotos de George Harrison no telão, colou bem. Emociona.
Já os momentos de citação a John Lennon não emplacam, tanto na adocicada "Here Today" (ode ao parceira lançada em 1982) como nos versos de "Give Piece a Chance", uma escolha muito "Yoko" que soa forçada.
Mas aí surge o tsunami emocional que é a sequência final: "Paperback Writer", "A Day in the Life", "Let It Be", "Hey Jude", "Day Tripper", "Lady Madonna", "Get Back", "Yesterday", "Helter Skelter" e "Sgt. Pepper's".
Não há crítico ranzinza que resista a cair no karaokê.
Então, nesse momento está rolando o Planeta Terra, e eu estou em casa, apesar de a Fá ter falado para ir, já havia desistido, quis ficar com eles aqui.
Já que não fui, vou aproveitar para colocar em dia os shows que vi nesses últimos tempos.
Começando por onde crescente, do mais antigo para o mais recente:
SWU - 11/10/10 - Terceiro dia (fotos e vídeos: http://gel-daniel.blogspot.com/2010/10/swu-e-natura-nos.html)
Semana passada descobri que levei uma multa na Marginal nesse dia, demorou para descobrir o que eu tinha feito no dia 11/10 ....daí lembrei que estava acelerando para não atrasar mais ainda o Tuba e o Careca para irmos a Itú. O Tuba acabou contratando um cara para dirigir para nós, o Seu Silas.
Bom, um frio do caralho, frio assim, em show, acho que só em Curitiba. A idéia era chegar a tempo para ver Yo La Tengo, mas com os atrasos, não conseguimos chegar a tempo. Entramos com o Cavallera Conspiracy no palco principal, porém nenhum de nós estava muito interessado neles e fomos para a tenda de eletrônico. O Sol se pondo e a tenda cheia e rolando um som bem bacana (agora não vou lembrar o que era) e a idéia era permanecermos lá até o início do Queens of the Stone Age, então as poucas saídas da tenda eletrônica foram para pegar cerveja (Heineken, a R$ 6,00, melhor do que Sol/Schin/Itaipava pelo mesmo preço em outras casas de show...rs) e mijar ...rs.
Lembro que rolava uma espectativa/curiosidade sobre o Mixhell, trabalho eletrônico do Igor Cavallera (com dois Gs é muito gay, né ?), poxa, decepção total, muito fraquinho ele e a esposa no palco da tenda eletrônica, por sorte estava chegando a hora do Queens of the Stone Age, daí seguimos para lá. Ou seja, perdemos (perdemos ???...rs) Incubus e Avenged Revange (poxa, que pena ...rs). Numa das mijadas passei na frente do palco OI onde estava tendo o show do Josh Rouse, que eu nem sabia que tocaria e certamente teria gostado de assistir novamente (fez um show muito bacana no Sesc V.Mariana alguns anos atrás), mas já estava no fim e desencanei, fui mijar e pegar outra breja ...rs
Fomos procurando um lugar para ter uma boa visão do palco, mas o palco do lado direito (sei lá se era água, terra, fogo ou sei lá o que ...rs) estava lotado e o tempo começou a passar e nada do Josh Homme e cia, bom, quase uma hora depois, eis que começa aquela pancada e aquela voz conhecida cantando: NICOTINE, VALIUM, VACODIM, MARIJUANA, ECSTASY, ALCOHOL ...CO CO CO CO COCAIIIIIIIIIINEEEEEEEEE .... PUTA MERDA !!!! Vi o show deles no Rock in Rio, parte apenas, e tinha achado chato pra caralho, acho que eles estavam chapados demais, mais que eu ...e foi chato demais ..., bom, em Itú eles estavam bem (acho que melhores que eu ,...rs) e a sequência foi muito legal, pena que o som não estava alto o suficiente ou o que deveria para um show deles ...chegou uma hora que achamos melhor nos direcionarmos para o palco da esquerda, pois o verdadeiro motivo de estarmos ali iria começar logo na sequência, Pixies. E por incrível que pareça, ficando mais longe do palco da direita, o som melhorou e muuuuuuito ....então a parte final do QOTSA ficou melhor de ser ouvido. Assim, acho que por toda a espectativa criada em cima da "volta" do Queens, eu esperava uma pancada forte, mas por conta do som baixo, acho que fiquei com a sensação de que algo faltou, mas foi legal, tocaram um set para agradar a todos os fãs da banda.
E eis que entra no palco Pixies, pancada forte de Dave Lovering na batera, introduzindo Bone Machine ...Black Francis/Frank Black com um blusão com gorro, cobrindo a sua carecona, Kim Deal gordinha e sorridente como sempre e Joey Santiago tocando forte ...cara, e o som estava muito bom e o público, acho que de fãs de Linkin Park que tocaria na sequência, começou a sair e foi abrindo espaço na frente, tanto que logo estávamos bem próximos da divisa com a área vip, que eu até tinha direito de ir (o Denão conseguiu dois convites para a área vip, o Careca vendeu o ingresso dele na entrada e ficou como parte do pagamento do Seu Silas), mas desencanamos e ficamos todos na pista normal, enfim, uma música mais legal que a outra. E sendo bem sincero, achei muito mais legal esse show do que o de Curitiba, vou dar dois motivos:
- 1. - em Curitiba a última banda que tocou antes do Pixies foi a Pin-ups, com um show horrível, chato pra caralho e em Itú foi o Queens of the Stone Age
- 2. - em 2004 eles estavam voltando a tocar juntos, após quase 12 anos e agora eles estão na estrada fazendo shows quase que direto a 6 anos, ou seja, estavam mais soltos e menos tensos
Bom, fora que o som estava muito legal, rolou uma versão muito legal da La La I love you, dueto entre a Kim Deal e o Dave Lovering, ficou muito divertida, mais para o fim do show o Frank Black foi se soltando e entrando nas brincadeiras da Kim Deal. Porra, puta show legal !!!! Curti o show por mim, pela Fá e pelo Gustavão !!!! ...rs
Meio minuto depois que acabou o show do Pixies, no palco da direita começou Linkin Park ...olhei para o Careca e comentei: "porra, vergonhoso dizer isso, mas essa primeira música é legal, hein " e ele concordou, até diminuimos o passo para ver se a próxima manteria o ritmo, daí a debandada poderia até ser repensada ... porém a segunda música era uma bosta e seguimos nosso caminho até o longíquo estacionamento, onde o Seu Silas nos esperava.
Assim, eu curti o festival, o lugar e a estrutura. O que posso reclamar: longo caminho do estacionamento para o local do show, um monte de, e, desnecessárias grades no meio do caminho e ...acho que só.
Agora o que eu ouvi: a Fê e o Carlos ficaram acampados e disseram que faltou água, o banho era racionado, o Careca viveu de perto o pesadelo do show do rage Against the Machine, disse que muitas pessoas se machucaram próximas a eles, desmaiaram, o seguranças não estavam preparados para tamanho tumulto.
Como disse, no dia que eu fui ...eu gostei e achei a coisa até que organizada, o local é bacana, só posso reclamar um pouco do som, que poderia estar mais alto, mas essa é uma reclamação quase constante minha, então acho que eu é que estou surdo ...rs
NATURA NÓS - 16/11/10 - Chácara do Jockey
Durante a tarde caiu uma tempestade, minha assistente estava casando na Serra da Cantareira, acabou a luz em casa durante a tempestade, então achei mais prudente, caso desse para ir a algum lugar, que fosse próximo ...então, surpresa ...fui no Natura Nós. Queria muito ver Air, que tocaria às 19:00, e ultimamente, principalmente em festivais, as bandas tocam no horário, então, adivinhem que horas saí de casa ???!!! 19:00 ...hahahahahaha e detalhe, não tinha ingresso. Então eu parei o carro por volta das 19:30 e no caminho para a Chácara comecei a ouvir o som ...e obviamente a música que estava tocando era uma das duas que reeeeealmente conheço do Air: Kelly Watch the Stars ...e daí pensei, preciso acelear para pelo menos pegar Sexy Boy ...mal terminei de pensar e o que começou a tocar e eu longe ainda da entrada: Sexy Boy ...rs, daí me conformei e até diminui o ritmo ...rs, bom, cheguei na hora e consegui comprar ingresso de um cambista por um pouco menos da 1/2 entrada e entrei. Deu tempo de ouvir parte da última música e ver a banda no palco, que estava com uma iluminação muito legal, não antes de ter que pisar no lamaçal que virou a Chácara com a chuva da tarde/início da noite.
Aproveitei para comprar cerveja e no intervalo saí à caça do Tuba, Flávia e Careca, com eles também estava a parceira de frescobol do Careca, a Carol. Um pouco depois chegou o Denão e a Andréa.
No outro palco tocou Móveis Coloniais, mas ficamos de costas ...rs, já tinha visto uma vez no Via Funchal e não achei nada demais ...rs, então ...fuck off !!!
Um pouco depois entra no palco o Snow Patrol, banda que tem sido muito falada ultimamente por aqui (estourada lá fora, especialmente Inglaterra) e que atraiu um público razoável. Eu gostei bastante do show deles, o vocalista com cara de cansado e de que vem tomando todas na estrada, mas que foi simpático e aguentou bem o show, o som estava legal, roquinho com uma pegada pop ou vice-versa, mas que agradou (só não agradou ao Careca...hahahaha).
Daí, novo intervalo no palco principal e ...
Teve uma outra banda no outro palco, se não me engano, chamada Bafonjo, que tocava uma mistura de música eletrônica com tango ou algo parecido ... interessante, mas estava melhor tomar cerveja e conversar ...rs
Daí começou a pesar o sono acumulado da função de pai e surgiu a dúvida se aguentaria ver Jamiroquai (sempre tive curiosidade ), mas daí acordamos que veríamos um pouco para ver no que daria ...porra, e não é que o Jay Kay e turma mandam bem no palco ...som dançante, virou baladinha, ao menos para a moçadinha ...para nós mais velhos serviu para mexer um pouco os ossos, mas logo nos cansamos, acho que vimos mais ou menos 1 hora do show e daí decidimos ir embora. Eu queria muito voltar para casa, para ficar com a Fá e o Gustavão.
- Belle and Sebastian - 10/11/10 - Via Funchal
Mais um show que fui em cima da hora e sem ingresso ...e de novo me dei bem, comprei por menos da metade do preço, tá certo que dessa vez comprei uma cortesia do cambista, mas dane-se, queria ir no show e não ia pegar a fila que tinha, pois certamente perderia mais do que perdi ...acho que perdi parte da primeira música.
Ao entrar, percebi que não era mais 2001 e sim 2011 e não havia aquela loucura/idolatria pela banda, até achei que fosse estar mais cheio o Via Funchal, mas tenho certeza que muitos dos que se mataram para conseguir ingresso para o Free Jazz de 2001 nao repetiria a dose agora em 2011, ou seja, acho que so eu e o Tuba para repetirmos a dose...rs
Mas, foi um show bem legal, agradavel aos ouvidos, momentos divertidos quando o vocalista chamou uma galerinha ao palco para dancar e ao final distribuiu medalhas, ou antes ainda, quando autografou e lancou ao publico mini bolas de futebol americano e ainda fez a media com a galera, descendo no meio do publico.
Para mim, o momento mais legal foi quando tocaram The Boy with the Arab Strap, que digamos que seja a musica que mais conheco e gosto e reconheco de cara deles ...rs, mas que e muito boa, voces tem que concordar comigo ...rs. A quantidade de pessoas no palco (12) lembrava aquela banda bisonha, Lambchop, que eu e o Denao estavamos tao loucos no Rio, que temos certeza de que plagiaram o Rei Roberto Carlos em uma das musicas, mas isso e uma outra historia ...rs,entao, mas esse monte de gente no palco faz o que e o Belle & Sebastian ... pop doce, acucarado e simpatico. Aquela banda que sua vo nao vai ficar assustada por voce colocar um cd na hora do almoco em familia.
Mas, como li na coluna do Lucio Ribeiro, foi um show para fa da banda, nao rolava de voce entrar sem conhecer a banda e curtir, essa e a verdade, ou seja, e uma banda que corre o serio risco de numa proxima passagem, se levar 10 anos novamente, de ter que tocar um lugar como a Clash ou outro menor, mas certamente com fas fieis !
Mas, foi bem legal ! Mas, o de 2001 foi mais marcante, sem duvida alguma ! Bons tempos de Free Jazz, inclusive aquele foi o ultimo !!!
Bom, depois desses 3 eventos, acabei passando batido em: Green Day, Massive Attack, Stereophonics, Raveonettes e Planeta Terra. Retomo o bom ritmo logo mais, com Paul McCartney !!!!!! E ja comprei o ingresso para Stone Temple Pilots. Terca-feira tem Scissor Sisters, mas nao deverei ir, no minimo deve ser divertido !!
Vamos ter opcoes para todos os gostos, passando por Skank a Smashing Pumpkins e com direito ao Cavalheiro da Rainha, Sir Paul McCartney !!!
Veja abaixo e se programem !
Hoje, sabado 20/11, vamos ter opcoes de shows na internet:
- Skank
Segundo o site do Skank:
O show, que terá cenário novo e repertório do novo álbum da banda, será transmitido ao vivo, a partir de 21h20, no portal do UOL Música e todos os fãs poderão curtir. Então, se você não vai ao Citibank Hall, pode combinar com os amigos e assistir de casa.
- Planeta Terra
Se voce, como eu, marcou toca e ficou sem ingresso para o Planeta Terra (quer dizer, acho que ainda vou tentar...rs), veja que ainda ha opcao de "estar presente" ao festival ...rs
Segundo o site do Planeta Terra:
Depois da corrida pelos ingressos do Planeta Terra 2010, muitos fãs de Smashing Pumpkins, Pavement, Phoenix e muitas outras bandas ficaram sem convites para o festival, que acontece no dia 20 de novembro no Playcenter, em São Paulo. Para quem não quer perder apresentações, o Terra transmitirá todos os shows ao vivo em quatro canais exclusivos. As imagens do palco Sonora Main Stage serão captadas em alta definição e chegarão ao usuário que tiver condições de assistir em HD com qualidade superior.
A transmissão da Terra TV será feita para todo o Brasil, América Latina e mais Estados Unidos. Além dos shows ao vivo, o usuário poderá acompanhar a movimentação dos backstages, entrevistas com as bandas e os famosos que conferirem o festival. Câmeras
Para não perder nenhum detalhe das apresentações, dez câmeras ficarão posicionadas para captar os shows, sendo seis delas no Sonora Main Stage e quatro no Gillete Hands Up \o/ Indie Stage. A novidade deste ano fica por conta da Cammate, uma câmera especial que faz tomadas por cima do público e é operada remotamente.
Planeta Terra ao vivo em HD e em 4 canais simultâneos
O Terra transmite o Planeta Terra Festival ao vivo a partir das 15h30 deste sábado (20/11). Serão 4 canais em vídeo simultâneos, um deles em HD (High Definition). Kid Vinil, Bárbara Thomas, Gastão Moreira, Patrícia Travassos e Jonas Almeida comandam a transmissão, que será realizada também para a América Latina e EUA.
Domingo - 21/11
- Paul McCartney:
E pessoal, nao se iludam, veja o que esta informado no site do Multishow !!
O Multishow vai exibir os melhores momentos do primeiro show de Paul McCartney em São Paulo, direto do Morumbi. Na TV, o evento rola no dia 21/11, domingo, às 23h15. Terá duração de cerca de uma hora e vai reunir os maiores sucessos de Macca, seja em sua carreira solo ou nos Beatles.
Realmente seria pedir muito ou acreditar em Papai Noel, que a Globo e o Multishow transmitiria o show na integra, ne ?
Segunda-feira 22/11
- As 23:00 no Multishow Live, irao transmitir o show do Rage Against the Machine no SWU ocorrido no ultimo dia 09/10 em Itu. Resta saber se finalmente vao mostrar o show na integra ou so os 45 minutos iniciais
Parece que existe uma boa possibilidade do Daft Punk fazer uma participação especial no show do Phoenix no Planeta Terra nesse sábado no Playcenter !!!!! A assesorria do festival confirmou que eles estão aqui no Brasil, mas não há um acerto oficial para essa aparição, caso aconteça será considerado uma surpresa. Uma "supresa" assim, né, já que eles fizeram isso em um show em NY recentemente.
Olha que o ingresso na hora começa a ficar cada vez mais interessante ...hehehehe
Programação de shows do Planeta Terra:
Palco Sonora Main Stage
16:00 - 17:00 - Mombojó
17:30 - 18:30 - Novos paulistas
19:00 - 20:00 - Of Montreal
20:30 - 21:30 - Mika
22:00 - 23:00 - Phoenix
23:30 - 01:00 - Pavement
01:30 - 03:00 - Smashing Pumpkins
Palco Gillette Hands Up \o/ Indie Stage:
16:00 - 16:40 - República
17:00 - 18:00 - Hurtmold
18:30 - 19:30 - Holger
20:00 - 21:00 - Yeasayer
21:30 - 22:30 - Passion Pit
23:00 - 00:00 - Hot Chip
00:40 - 01:40 - Empire of the Sun
02:00 - 03:30 - Girl Talk 3rd band
E depois ainda vai rolar um after party, seguem as infos:
Uma festa pós-festival está marcada para acontecer na madrugada de sábado para domingo no D-edge com DJ set dos integrantes do Hot Chip e convidados. Os ingressos custam a partir de R$ 100 e a festa começa a meia-noite de domingo (21).
Começou hoje a venda de ingressos para o festival que será realizado no ano que vem. No UOL (http://musica.uol.com.br/ultnot/2010/11/19/ingressos-para-rock-in-rio-2011-ja-estao-a-venda-por-r-190.jhtm) sairam algumas informações bem interessantes sobre a venda.
Dêem uma olhada, achei muito interessante esse esquema, realmente bem diferente do que estamos acostumados. Torcer para funcionar !!!
Os ingressos para o Rock In Rio 2011, que tem sua edição de volta ao Rio de Janeiro, já estão à venda no site oficial do evento. O festival acontecerá nos dias 23, 24, 25 e 30 de setembro e 01 e 02 de outubro de 2011, no Parque Olímpico Cidade do Rock, na Barra da Tijuca.
Chamado de Rock In Rio Card, o bilhete custa R$ 190 (há meia-entrada para este valor). Este serviço oferece uma espécie de voucher para o comprador, que poderá escolher depois de anunciada a programação completa a data de sua preferência para ir ao evento. Até o momento estão confirmados Red Hot Chili Peppers, Snow Patrol e Capital Inicial para o segundo dia, e Metallica, Sepultura e Angra para o terceiro dia.
Quem comprar o Rock In Rio Card vai receber o bilhete no endereço indicado pelo cadastro, em uma caixa personalizada. A troca pelo ingresso será feita entre os dias 11 de janeiro e 31 de maio, antes da venda oficial, marcada para julho do ano que vem. A função, segundo a organização, é para garantir que a data escolhida pelo comprador não esteja esgotada.
A venda deste primeiro lote é limitada por CPF, a fim de evitar a ação de cambistas. Cada pessoa pode comprar até quatro entradas inteiras e uma meia-entrada. O pagamento pode ser feito por cartão de crédito (VISA, Mastercard, Diners ou American Express) e pode ser parcelado em até quatro vezes sem juros.
Além dos shows, o ingresso dá acesso a todas as atividades do evento: roda-gigante, montanha-russa, kabbon, tirolesa, shopping com 30 lojas, Rock Street com shows de jazz, Espaço Moda com desfiles, Eletrônica, Palco Mundo e Sunset.
Caramba, nessa semana já posso contabilizar ao menos 3 shows "perdidos" ...estou tentando me acostumar com a nova realidade, mas ... :-((
Terça teve Massive Attack no HSBC e pela resenha que li (http://ultimosegundo.ig.com.br/cultura/musica/massive+attack+faz+melhor+show+de+suas+tres+passagens+pelo+brasil/n1237828831705.html) o show foi fodido !!!!
Quinta teve Stereophonics, nesse eu acreditava que conseguiria ir, mas o Gustavão estava com dorzinha na barriga e choroso, acabou dormindo depois das 22:00, daí não rolava de ir, precisava ficar para ajudar a Fá com ele, nem a segunda opção, mais próxima e barata, que seria o futebol eu acabei conseguindo ir. Foi bom, porque daí consegui dormir mais ...rs. E mais uma vez parece que o show foi bem legal... :-((
Hoje tem Raveonettes, até teria uma possibilidade de ir no show, mas "abri" mão da chance porque talvez fosse no Stereophonics, ou seja ...rs, mais um na conta dos perdidos (pelo menos esse eu tinha visto em Curitiba em 2005...rs).
Sábado tem Planeta Terra, que eu achei que seria tranquilo comprar e deixei para comprar depois que o Gustavão nascesse, qual não foi a surpresa quando soube que os ingressos se esgotaram de verdade ainda em setembro ...Acredito que nem tentarei comprar na hora.
Domingo e Segunda-feira: NESSES EU VOU !!!!! PAUL MCCARTNEY !!!!!!!!!!!!!!!! INGRESSOS NA MÃO DO GUSTAVÃO !!!!!!!!
O Príncipe das Trevas, Kaká ...ooooops ....rs, digo, Ozzy Osbourne, está de volta.
As datas da nova tour no Brasil sao: Porto Alegre: 30/03. São Paulo: 02/04. Brasília: 05/04. Rio de Janeiro: 07/04. Belo Horizonte: 09/04.
A pré-venda para clientes dos cartões Credicard, Citibank e Diner começou a poucas horas e segue até o dia 25/11. Para o publico em geral comecara no dia 26/11 (http://premier.ticketsforfun.com.br/shows/show.aspx?sh=OZZYOSBO11&view=Citi).
Valores para o show em Sampa, na Arena Skol, famoso Anhembi:
Pista Premium (de novo!):
INTEIRA-CLIENTE CREDICARD / DINERS / CITI
R$ 600,00
1 / 2 APOS,MAIOR60,PROF CRED / DINERS / CITI
R$ 300,00
1 / 2 ESTUDANTE CREDICARD / DINERS / CITI
R$ 300
Pista Comum:
INTEIRA-CLIENTE CREDICARD / DINERS / CITI
R$ 200,00
1 / 2 APOS,MAIOR60,PROF CRED / DINERS / CITI
R$ 100,00
1 / 2 ESTUDANTE CREDICARD / DINERS / CITI
R$ 100,00
E olhem isso:
Benefícios exclusivos
CREDICARD, CITIBANK e DINERS
Para clientes dos cartões CREDICARD, CITIBANK e DINERS:
Benefício de 25% de desconto limitado a 10% da capacidade da casa de espetáculo e sujeito a disponibilidade de lugares. AINDA BEM QUE FALEI COM MEU PRIMO ESSA MANHÃ, ESSA PROMOÇÃO É VÁLIDA PARA OS SHOWS DO RIO, NÃO OS DE SAMPA.
Então, quem tem esses cartoes, aproveitem esse desconto a mais. Lembro de que em alguns shows eu consegui esse desconto.
E por falar no Príncipe (não o Kaká, por favor...rs)
Acabei de passar da metade do livro, e olha que comecei no domingo e só pego no livro para ler em momentos de ...digamos assim ...concentração e meditação ...rs. Que livro divertidssimo !!!
Apesar de ser uma autobiografia, no livro o Ozzy nos livra daqueles momentos chatérrimos de capítulos e mais capítulos sobre a infância, blá, blá, blá, praticamente o livro todo (estou na metade, lembrem-se) e sobre o período de juventude e praticamente já com o Black Sabbath formado. A linguagem do livro é muito bacana, com milhares de palavrões, autocríticas bem humoradas, enfim, diversão pura. Altamente recomendavél para fãs do Ozzy (não chego a esse patamar) e também para o quem gosta de uma boa diversão e leitura leve. O cara realmente é um insano divertido, longe de ser o Príncipe das Trevas !